Case Extraordinário · AeroLog · Mercado Imobiliário

R$1.700 investidos.
R$1,77 milhão
em VGV.

Em 15 dias, sem histórico no segmento e com menos de R$2 mil em mídia, a campanha do empreendimento AeroLog da Saraiva de Rezende entregou qualificação 63% acima do mercado e conversão mais de 3x acima do residencial maduro.

Parceria: TORO Aceleradora · Segmento: Imobiliário · Produto: AeroLog

Investido em mídia
R$1.700
42 leads · 57% qualificados
2 vendas
VGV gerado
R$1,77 MILHÃO
R$42
Custo por lead (CPL)
57%
Taxa de qualificação
5%
Conversão de leads em vendas
1.000×
ROI sobre o VGV gerado

O ponto de partida

Um produto novo.
Nenhuma inteligência prévia.
Zero histórico no segmento.

O AeroLog não é o produto típico da Saraiva de Rezende. Era um empreendimento de segmento diferente, sem criativo testado, sem público mapeado, sem dado histórico de CPL ou qualificação para se basear.

O mercado imobiliário residencial acumula décadas de aprendizado operacional. O AeroLog tinha 15 dias.

Mesmo assim, os números entregaram um resultado que vai além do bom ou do ótimo. Foram extraordinários.

Cenário antes da campanha

Produto sendo lançado pela primeira vez. Nenhuma campanha anterior no segmento.

Desafio central

Gerar leads qualificados com o mínimo de verba possível, enquanto o produto e o público eram definidos ao vivo.

O que aconteceu

O funil funcionou do primeiro ao último elo. Clique. Lead. Qualificação. Venda.

Comparativo com o mercado

Fora da curva em todas as métricas que importam

Quando o cliente ouviu os números, disse que esse case poderia figurar na Forbes. Os benchmarks explicam por quê.

Métrica

Mercado imobiliário

AeroLog · Saraiva de Rezende

Taxa de qualificação de leads

~35%

Média do setor

57%

63% acima da média

Conversão de leads em vendas

1,5%

Residencial maduro

5%

3,3× acima do mercado

Tempo de inteligência do produto

30 anos

Produtos maduros

15 dias

Primeiro lançamento

Retorno sobre investimento em mídia

Variável

Depende do ticket e ciclo

1.000×

R$1 investido → R$1.000 em VGV

Como o resultado foi construído

Quatro elos.
Um funil
sem vazamento.

O resultado de 1.000× não veio de um único fator. Veio da conexão entre criativo, operação de mídia, qualificação e capacidade comercial, todos funcionando no mesmo ritmo.

Cada etapa entregou o que a próxima precisava. É isso que transforma uma campanha em case.

01

Criativo bem assessorado

A equipe B7 desenvolveu os criativos com orientação estratégica da Saraiva de Rezende. A comunicação foi pensada para o perfil certo desde o primeiro anúncio, sem tentativa e erro.

02

Operação de tráfego afinada

42 leads captados com apenas R$1.700 investidos. CPL de R$42 para um produto imobiliário de alto padrão, resultado que, sozinho, já seria extraordinário.

03

SDR que qualificou com precisão

A SDR da Saraiva de Rezende converteu a taxa de qualificação em 57%, 22 pontos percentuais acima da média do setor. Leads bons entregues para o comercial certo.

04

Time comercial que converteu

Com 5% de conversão contra 1,5% do mercado maduro, o time fechou 2 vendas que juntas somaram R$1,77 milhão em VGV. A venda não foi sorte, foi processo.

A sentença do cliente

"Eu diria que ela não é boa ou que ela é ótima. Eu diria que ela é extraordinária."

Leandro Pinheiro · Executivo Comercial · Saraiva de Rezende

O contexto que torna o número maior

Quando o cliente falou "mil para um", estava comparando investimento de R$1.700 com R$1,77 milhão em VGV gerado. Em mercados com 30 anos de aprendizado, isso seria surpreendente. Em um produto de 15 dias, sem histórico, é fora da curva.

O que o cliente disse sobre os 30 anos

"São 30 anos de aprendizado no residencial. Esse produto tem 15 dias de aprendizado." E mesmo assim, a conversão foi mais de 3x acima do mercado. O time todo estava de parabéns.

Os números completos

Todo o funil em dados

Investimento
  • R$1.700 investidos em mídia paga
  • CPL médio de R$42 por lead
  • Produto de alto padrão, verba mínima
  • Período: aproximadamente 2 semanas
Qualificação
  • 42 leads captados no total
  • 57% qualificados, 24 leads prontos para o comercial
  • Taxa 63% acima da média do setor (35%)
  • SDR com critério e agilidade
Resultado comercial
  • 2 vendas fechadas
  • R$1,77 milhão em VGV
  • Conversão de 5% (mercado: 1,5%)
  • ROI de 1.000× sobre a mídia

VGV · Valor Geral de Vendas gerado

R$1.770.000

Retorno sobre o investimento em mídia

1.041×

O que tornou o resultado possível

Resultado não veio de um fator. Veio do alinhamento entre todos.

Um criativo bom sem tráfego afinado não converte. Um lead qualificado sem SDR preparado vira desperdício. Um funil perfeito sem time comercial capaz não chega ao contrato. Aqui, cada elo fez a sua parte.

O que a TORO trouxe

  • Gestão de tráfego com foco em qualidade, não volume
  • Custo de aquisição calibrado para o perfil do produto
  • Relatório e acompanhamento semanal do funil completo
  • Leitura rápida do que estava funcionando

O que a Saraiva de Rezende trouxe

  • Briefing estratégico do produto e do posicionamento
  • SDR com capacidade de qualificação precisa
  • Time comercial com conversão acima do mercado
  • Visão clara sobre qual lead pertencia à carteira

Marketing que para no lead é custo. Marketing que chega ao VGV é investimento. Esse case é a prova de que a diferença está em como cada etapa é conectada, e acompanhada.

Quero resultado assim

O que esse case não é

Número extraordinário não é promessa. É referência.

ROI de 1.000× depende de um conjunto raro: produto certo, timing certo, criativo certo, qualificação certa e time comercial capaz. Qualquer um desses elos falhando muda o resultado.

A TORO não usa esse número como promessa. Usa como prova de que o método funciona quando o funil está alinhado.

O que a TORO repete não é o 1.000×. É o diagnóstico, a priorização e o acompanhamento que tornaram possível chegar até ele.

O que varia entre clientes

Produto, ticket, concorrência, maturidade do time comercial e ciclo de venda.

O que condiciona o resultado

Alinhamento entre tráfego, qualificação e capacidade comercial de conversão.

O que a TORO repete

Diagnóstico, priorização, execução afinada e acompanhamento do funil completo.

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FAQ

Perguntas sobre o case Saraiva de Rezende

É um case da TORO com a incorporadora Saraiva de Rezende no lançamento do empreendimento AeroLog. Com R$1.700 investidos em mídia paga, foram gerados 42 leads, taxa de qualificação de 57% e 2 vendas que somaram R$1,77 milhão em VGV, ROI de 1.000x.
VGV significa Valor Geral de Vendas, o valor total das unidades imobiliárias vendidas. É a principal métrica de resultado no mercado imobiliário. No case, R$1,77 milhão em VGV representa as 2 unidades do AeroLog vendidas a partir dos leads gerados pela campanha.
O cálculo é direto: R$1.700 investidos em mídia geraram R$1,77 milhão em VGV. Dividindo o VGV pelo investimento, chegamos a aproximadamente 1.041x de retorno. O próprio cliente sintetizou: "mil para um".
A qualificação de 57%, contra 35% do mercado, reflete o conjunto: criativo com comunicação direcionada ao perfil certo, segmentação de mídia ajustada e um SDR capaz de qualificar com critério e agilidade. Os três fatores precisaram funcionar juntos.
A conversão de 5%, contra 1,5% do residencial maduro, reflete a qualidade dos leads entregues ao time comercial e a capacidade de fechamento do time da Saraiva de Rezende. O mercado residencial opera com 30 anos de aprendizado; o AeroLog teve 15 dias e superou esse benchmark.
Não como fórmula pronta. O resultado dependeu do alinhamento entre criativo, operação de mídia, qualificação e conversão comercial. Cada funil tem suas variáveis. O que a TORO repete é o método: diagnóstico, priorização, execução e acompanhamento do funil completo.
Não. Nenhuma estratégia séria deve garantir repetição de case. O que a TORO aplica é o método: diagnosticar o funil, priorizar os gargalos, executar com foco comercial e acompanhar o que avança da mídia até o contrato.
A TORO ficou responsável pela gestão do tráfego pago, captação de leads com foco em qualidade, CPL calibrado para o perfil do produto e acompanhamento semanal do funil. A SDR, o time comercial e a inteligência do produto ficaram com a Saraiva de Rezende.